30 de julho de 2010

É isso.


Sentir não é, de maneira alguma, errado. Demonstrar é que pode, dependendo da situação, ser. Então, depois de tantas demonstrações um dia você se pega dizendo pra alguém que sente nojo - coisa que você não está falando por falar, você realmente sente, mas também sente outras coisas que se confundem com o resto do amontoado de coisas e que você não sabe qual é maior e merece mais atenção - que você sente nojo e que quer distância. E, caralho, você quer! Você quer tanto que você mal pode querer qualquer outra coisa. Mas você quer outra coisa. Você quer proximidade. Me explica. Como isso é possível? Claro que a consequência disso é óbvia. Você acaba querendo as duas coisas ao mesmo tempo. Então você repele e aproxima, repele e aproxima. Não porque é divertido jogar com as pessoas, mas porque é muito, mas muito confuso e forte. Você só não... sabe.
E o melhor de tudo é que você me fez lembrar que todas as vezes que você se vai eu continuo aqui. Eu me sustento, não você. Eu me amo, não você. Eu me importo comigo, não você. E, como a Edna me ensinou, eu me basto. Com ou sem você, não faz a diferença. A vida continua, apesar de você.

L.

24 de junho de 2010

we will always be a kid


Não importa o quanto nós tentamos ser maduros... Nós sempre seremos crianças quando estivermos machucados e chorando.

Peter Pan.

don't be late


18 de junho de 2010

true love


"...Porque finalmente compreendi o que o amor verdadeiro realmente significa... O amor significava pensar mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importa quão dolorosa seja sua escolha. Mas fazer a coisa certa não foi fácil. Hoje em dia, levo a vida sentindo que falta algo, que preciso de algum modo tornar minha vida completa. Sei que meu sentimento por Savannah nunca mudará, e sempre terei dúvidas sobre a escolha que fiz. E às vezes me pergunto se Savannah sente o mesmo."

Dear John

11 de junho de 2010

Paixão é paixão.


- E seu pai ainda coleciona moedas?
- O tempo todo...
- Ele parece ser interessante. Sempre adorei pessoas que têm essa... paixão pela vida.
- É uma paixão por moedas, não pela vida.- eu a corrigi.
- É a mesma coisa. Paixão é paixão. É o entusiasmo intercalando o espaço do tédio, e não importa a que se dirige.

9 de junho de 2010

pois agora as memórias são tudo o que me resta


Eu a conheci; e é isso que torna minha vida atual tão estranha. Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei mais ainda nos anos em que ficamos separados.
Nossa história tem três partes: um começo, um meio e um fim. Embora seja assim que todas as histórias se desenrolam, ainda não consigo acreditar que a nossa não durará para sempre.
Reflito sobre essas coisas, e como sempre, nosso tempo juntos retorna a minha mente. Relembro como tudo começou, pois agora essas memórias são tudo o que me resta.

Dear John.

1 de junho de 2010

Should i give up on love, or die trying?


O amor é algo maravilhoso, é o que dizem. E eu confiava neles, até agora.
Como eu ainda não experimentei o que todos eles falam? “Ele vem quando tem que ser.”. O meu amigo-muito-apaixonado disse com um sorriso: “Eu não o procurei, ele veio até a mim.”. Essas duas frases vieram como uma faca no meu peito. Então, supostamente, eu só tenho que esperar? Eu não quero esperar mais. Eu tenho esperado e procurado há 19 longos anos. Eu quero ser capaz de sentir, tocar e provar o “amor” que, também supostamente, está lá fora. “Amor” é isso que eu respondo quando as pessoas me perguntam do que a vida é feita. Mas agora eu não sei mais. Porque eu não posso continuar esperando, esperando e rezando para que isso apareça. Porque então eu vou morrer sem ter a experiência de vida, partindo de que o significado da vida é apenas o amor. Dói perceber que o amor é tudo ao meu redor, mas de alguma forma eu não tenho sequer o direito de ter um pedaço pequeno, minúsculo.
Eu deveria desistir do amor, ou morrer tentando?