24 de junho de 2010

we will always be a kid


Não importa o quanto nós tentamos ser maduros... Nós sempre seremos crianças quando estivermos machucados e chorando.

Peter Pan.

don't be late


18 de junho de 2010

true love


"...Porque finalmente compreendi o que o amor verdadeiro realmente significa... O amor significava pensar mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importa quão dolorosa seja sua escolha. Mas fazer a coisa certa não foi fácil. Hoje em dia, levo a vida sentindo que falta algo, que preciso de algum modo tornar minha vida completa. Sei que meu sentimento por Savannah nunca mudará, e sempre terei dúvidas sobre a escolha que fiz. E às vezes me pergunto se Savannah sente o mesmo."

Dear John

11 de junho de 2010

Paixão é paixão.


- E seu pai ainda coleciona moedas?
- O tempo todo...
- Ele parece ser interessante. Sempre adorei pessoas que têm essa... paixão pela vida.
- É uma paixão por moedas, não pela vida.- eu a corrigi.
- É a mesma coisa. Paixão é paixão. É o entusiasmo intercalando o espaço do tédio, e não importa a que se dirige.

9 de junho de 2010

pois agora as memórias são tudo o que me resta


Eu a conheci; e é isso que torna minha vida atual tão estranha. Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei mais ainda nos anos em que ficamos separados.
Nossa história tem três partes: um começo, um meio e um fim. Embora seja assim que todas as histórias se desenrolam, ainda não consigo acreditar que a nossa não durará para sempre.
Reflito sobre essas coisas, e como sempre, nosso tempo juntos retorna a minha mente. Relembro como tudo começou, pois agora essas memórias são tudo o que me resta.

Dear John.

1 de junho de 2010

Should i give up on love, or die trying?


O amor é algo maravilhoso, é o que dizem. E eu confiava neles, até agora.
Como eu ainda não experimentei o que todos eles falam? “Ele vem quando tem que ser.”. O meu amigo-muito-apaixonado disse com um sorriso: “Eu não o procurei, ele veio até a mim.”. Essas duas frases vieram como uma faca no meu peito. Então, supostamente, eu só tenho que esperar? Eu não quero esperar mais. Eu tenho esperado e procurado há 19 longos anos. Eu quero ser capaz de sentir, tocar e provar o “amor” que, também supostamente, está lá fora. “Amor” é isso que eu respondo quando as pessoas me perguntam do que a vida é feita. Mas agora eu não sei mais. Porque eu não posso continuar esperando, esperando e rezando para que isso apareça. Porque então eu vou morrer sem ter a experiência de vida, partindo de que o significado da vida é apenas o amor. Dói perceber que o amor é tudo ao meu redor, mas de alguma forma eu não tenho sequer o direito de ter um pedaço pequeno, minúsculo.
Eu deveria desistir do amor, ou morrer tentando?

26 de maio de 2010

pois houve um tempo em que nossas histórias eram uma só


Parte de mim dói ao pensar que ela está tão perto e eu não posso tocá-la, mas nossas histórias seguiram caminhos diferentes. Não foi fácil aceitar essa verdade simples, pois houve um tempo em que nossas histórias eram uma só, mas isso aconteceu seis anos e duas vidas atrás. Nós dois temos lembranças, é claro, mas aprendi que as memórias podem ter uma presença física, quase viva, e nisso ela e eu também somos diferentes. Enquanto as lembranças dela são estrelas no céu noturno, as minhas compõe o assombrado espaço vazio entre elas. E, ao contrário dela, sinto o peso de perguntas que já me fiz mil vezes desde nosso último encontro. Por que fiz aquilo? Faria tudo de novo? Fui eu, veja bem, quem terminou tudo.


Dear John.